sábado, 4 de setembro de 2010
Novo Livro Preces
quarta-feira, 24 de março de 2010
Exemplo para se aproximar do sacramento da Penitência
Pequei pela falta de agradecimento ao Senhor meu Deus pela grande misericórdia que Ele tem comigo em dar-me tudo o necessário para a minha vida, sem que eu o mereça.
Pequei pela quebra das promessas do Santo Batismo, pela falta de amor a Deus e ao próximo.
Pequei pela falta da fé, pela preguiça de rezar na Igreja e em casa e pela falta de atenção nas orações.
Pequei pela falta de respeito aos pais e aos mais velhos, queixas, desordem, soberba, amor próprio, conversas levianas discussões e mentiras.
Pequei pelo sacrilégio, juramento inútil e em falso, riso, julgamento dos outros, calúnia, aborrecimentos, pelas palavras ruins, ofensa, impaciência, falta de ânimo, cólera, raiva, pela conservação das ofensas na memória, inveja e ódio.
Pequei pela vingança, pelos enganos, preguiça, malandrice, avareza, amor ao dinheiro, roubo, por excesso em comida e em bebida, pela inabstinência da carne e de produtos proibidos na quaresma e nas quartas e sextas feiras.
Pequei pelos maus pensamentos, com a vista, ouvido, olfato, paladar, tato e com todos os demais sentidos.
Também cometi os seguintes pecados .....
De tudo me arrependo e declaro-me culpado perante o Senhor meu Deus, proponho firmemente não mais voltar a cometer estes pecados e a evitar as ocasiões de tentação.
Peço perdão a Deus e a vós, reverendo Padre, a absolvição, e se porventura esqueci de confessar algum pecado, também peço a Deus perdão.
Abençoa-me, Padre, perdoa-me e ora por mim pecador.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Regras para o jejum da Quaresma
Para a Quaresma os católicos tradicionais devem jejuar do seguinte modo:
(C.D.C. 1917)
Jejum Simples:
Uma refeição completa e duas menores, que juntas são menos que uma refeição inteira. Comer entre as refeições não é permitido, mas líquidos podem ser tomados. Carne pode ser ingerida num dia de jejum simples. Os dias de jejum simples são: segundas, terças, quartas e quintas-feiras da Quaresma. [Cânon 1252/3]
Todos são vinculados à lei do jejum desde completarem os 21 anos até os 60.
Jejum e Abstinência:
O jejum e abstinência consistem numa refeição completa e duas refeições menores que juntas são menos que uma refeição inteira. Não é permitido comer carne vermelha, molhos e sopas de carne. Não é permitido comer entre as refeições, embora bebidas possam ser tomadas. Esses dias são: quarta-feira de cinzas, toda sexta e sábado da Quaresma (até meia noite no Sábado Santo), em cada uma das Quatro Têmporas, Vigília de Pentecostes, Assunção, Todos os Santos e Natal. [Cânon 1252/2]
Os dias tradicionais de abstinência aos que usam o Escapulário de Nossa Senhora do Monte Carmelo são Quartas e Sábados.
Abstinência de Carne:
A abstinência consiste em abster-se de comer carne vermelha, molhos ou sopa de carne, nos dias de abstinência. A abstinência é em todas as sextas-feiras, a não ser que sexta-feira seja um Dia de Guarda [cânon 1252/4]. A lei da abstinência vincula a todos que tenham completado 7 anos de idade. [Cânon 1254/1].
Adaptado de Fratres In Unum
Fonte: The year of Our Lord Jesus Christ 2009, The Desert Will Flower Press.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Dias de Jejum e Abstinência no Brasil
1. Dias de jejum com abstinência de carne:
1.1 Quarta-feira de Cinzas;
1.2 Todas as sextas-feiras da Quaresma.
2. Dias de jejuns sem abstinência de carne:
2.1 As quarta-feiras da Quaresma;
2.2 Quinta-feira da Semana Santa;
2.3 Sexta-feira das Têmporas do Advento.
3. Dias de abstinência de carne sem jejum:
3.1 As vigílias do Espírito Santo, da Assunção de Nossa Senhora, de Todos os Santos e de Natal.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Desobediência e ruptura em Recife!
Dentro das camadas eclesiásticas da Arquidiocese de Olinda e Recife encontramos uma situação de rebeldia à autoridade e à doutrina de forma aberta e noticiada.As contradições são evidentes nas argumentações dos sacerdotes e fiéis, que adentram nas vias das doutrinas estranhas àquelas legadas pelos Apóstolos, ensinada e conservada fielmente pela Igreja de Roma.
Vimos recentemente um comentário pessoal, relativo à história, de um grande bispo católico ligado à FSSPX, sobre o holocausto dos judeus. Foi horrivelmente bombardeado na mídia imunda de nossa era. Ao mesmo tempo, as mesmas autoridades “católicas” que utilizaram a mídia para, de todos os cantos do planeta, criticarem tal comentário se mostram contrárias a doutrina católica, ao Papa e aos costumes cristãos e nada sofrem por isso, e quando sofrem, não passa de uma notificação. Raras são as punições equivalentes a justiça merecida.
Padres pedófilos, adúlteros, gays, são sustentados ainda por parte da Igreja (pelo menos no que tange aos “tratamentos médicos”, o que em muitos casos são desviados para uma espécie de retiro em lugares afastados ou comunidades religiosas) que se considera com “amor de mãe”. Uma desculpa podre para sustentar um erro podre.
Neste grande Recife tivemos sacerdotes punidos pelo Bispo, de memória feliz, Dom José. Estes afastados proferiram contra nosso Pastor palavras ultrajantes e incitaram o povo e a mídia a irem contra o seu Bispo. Ofendendo gravemente a hierarquia eclesiástica, o dever de obediência, os próprios votos proferidos na ordenação e conseqüentemente a Jesus Cristo que ordenou seguir a Santa Igreja em seus ensinamentos e autoridade.
Em artigo escrito neste blog, falo do substituto deste bravo bispo, que se tornou a alegria dos modernistas desta diocese após declarar publicamente que lutará para criar uma nova igreja, e que isso é o objetivo de todos (sic!). É por demais inapropriada a declaração proferida em entrevista ao Diário de Pernambuco por ser de, sobretudo, um homem que se diz católico, e, mormente grave, por advir de um bispo da Santa Igreja!
É difícil procurar alento num clero corroído por traças venenosas, para não dizer impossível. Mas nosso Deus é o Deus dos impossíveis, e por nossos gemidos e suplicas, e pelos Santos Sacrifícios oferecidos em todo o mundo pelos poucos sacerdotes restantes que dignamente os rezam, nos envia em determinados lugares, homens sapientes e dispostos a ouvirem as ordens de Deus pela Igreja de sempre.
E estes zelosos pastores, nos corrigem, ensinam e por causa do amor a verdade perene, são perseguidos por aqueles que odeiam e querem mudar a Igreja Apostólica.
Deus prometeu que o poder do inferno na prevaleceria, e a Virgem de Fátima anunciou que o seu Imaculado Coração triunfaria.
Cabe aos restantes da catolicidade firmar-se nas bases dos Santos Apóstolos e seus sucessores. Firmar-se na fé de que em Deus, e por Deus a gloria virá para seus Santos.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
A Justiça e a Ordem
A ordem é o caminho estreito do homem razoável.
Se a ordem for abalada, então o caos se propagará e a injustiça frutificará.
A paz só será restaurada quando a justiça for feita.
O homem razoável é querido por Deus, pois tudo em sua vida possui ordem, imitando assim a ordem admirável com que Deus a tudo distribuiu.
O espanto surge, quando enganado pela desordem, por uma suposta injustiça da ordem. O conhecimento do homem razoável identifica logo: a desordem produz a injustiça.
O homem razoável entende que não existe ordem parcial. A ordem deve ser completa. Se não o for é desordem.
Os soldados de Hitler tinham ordem, mas uma falsa ordem. Da ordem não decorre a injustiça, logo a ordem de Hitler era uma desordem mascarada. O homem razoável diria que a ordem obedece primeiro ao fundamento de sua instituição: o dever ser para Deus.
Nestes tempos tantas coisas perenes foram falseadas, mas não deixarão de existir. Ocultaram-nas e colocaram outras, meio "aggiornata", nos seus lugares.
Ordem tem um sentido especial, ela indica a estabilidade das coisas criadas e também a beleza.
O quarto organizado pressupõe ordem material, mas uma mente desordenada logo o reduz a bagunça.
Se a justiça deve começar pela ordem, então a ordem deverá gerar uma atividade que poderá suprimir a vontade desordenada tendenciosa pela prática oposta, mesmo que fundada na força.
São os vícios a vontade desordenada; as virtudes a atividade ordenada. É a razão que domina o impulso.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
SÃO PIO X: A PAZ INTERNA DA IGREJA
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O Sumo Pontífice gloriosamente reinante teve a ventura de exercer altos cargos eclesiásticos sob as vistas do Papa que ele acaba de elevar à honra suprema dos altares. Esta circunstância foi até objeto desta curiosa constatação da parte de Sua Santidade: "Pela primeira vez quiçá na história da Igreja, a canonização formal de um Papa é proclamada por aquele que teve outrora o privilégio de estar a seu serviço na Cúria Romana".
Pio XII esteve pois em condições privilegiadas para conhecer a situação religiosa do mundo ao tempo de S. Pio X, situação esta marcada - como se disse nesta folha em número anterior - pelo fluxo e refluxo de duas correntes - de amor e de ódio - em relação ao grande Papa. De amor, pela sua piedade angélica, pela sua bondade celestial, por sua atividade incessante em prol das almas. De ódio por sua invencível firmeza contra os erros do tempo, o liberalismo, o laicismo, o cientificismo racionalista principalmente... e contra a quinta coluna modernista que, instalada nos próprios meios católicos, se servia do púlpito, do confessionário, da cátedra, da imprensa religiosa para disseminar veladamente a irreligião.
Pio XII registrou em seu discurso esta oposição do ódio e do amor em torno do Santo. De um lado, "o nome tão caro de Pio X" ainda hoje "suscita, em todos os lugares, pensamentos de celeste bondade, cria impulsos poderosos de fé, de pureza, de piedade eucarística, e ressoa como um testemunho eterno da presença fecunda de Cristo
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Tomando posição terrivelmente enérgica contra os erros do Modernismo, e os fautores destes erros, S. Pio X pecou contra a caridade? Muitos o pretenderam. Esta foi mesmo uma das objeções mais essenciais contra a sua canonização. Como pode um Santo ser tão combativo, tão intransigente, tão severo? É a crônica intoxicação de falsa caridade, de que sofrem tantos pensadores e escritores católicos de nossos dias. Intoxicação esta de que por sua vez se contagiam milhares e milhões de leitores ou ouvintes.
S. Pio X amava a França com uma dileção particular. Mas amava-a com amor forte e sobrenatural. Por isto, não hesitou em vibrar alguns de seus golpes mais duros contra certa ala de católicos franceses que levava à garra a pátria de S. Luiz e Sta. Joana d'Arc. Veio daí a condenação de Marc Sangnier, e do "Sillon", movimento exaltadamente demo-cristão por este dirigido. E daí o serem particularmente freqüentes na França as objeções contra a canonização de S. Pio X. No próprio ano em que este foi beatificado, morreu Marc Sangnier. Certos círculos católicos daquele país - de modo geral os que ficaram implicados no caso dos Padres-operários - receberam com frieza quase acintosa a beatificação, e fizeram a Marc Sangnier funerais régios. Dir-se-ia que era o enterro de um Santo...
Esta posição contrária à verdade histórica, foi condenada pelo Santo Padre Pio XII em seu discurso: "Pio X revela-se também campeão convicto da Igreja e Santo providencial de nossos tempos na segunda empresa que distingue sua obra e se assemelha, através de episódios por vezes dramáticos, à luta empreendida por um gigante pela defesa de um tesouro inestimável: a unidade interna da Igreja em seu fundamento íntimo, a Fé. Já desde a infância, a Providencia divina havia preparado seu eleito em sua humilde família, edificada sobre a autoridade, os bons costumes e a própria fé escrupulosamente vivida. Sem dúvida, qualquer outro Pontífice, em virtude da graça de estado, teria combatido e rejeitado os assaltos destinados a atingir a Igreja em seus fundamentos. É preciso, contudo, reconhecer que a lucidez e a firmeza com que Pio X conduziu a luta vitoriosa contra os erros do Modernismo, atestam em que grau heróico a virtude da fé ardia em seu coração de Santo". E mais adiante: "É a ele, efetivamente, que cabe o mérito de ter preservado a verdade do erro, quer entre os que gozam de toda a sua luz, isto é, os crentes, quer entre os que a procuram sinceramente. Para os outros, sua firmeza no combate ao erro pode ter causado escândalo: na realidade, foi um serviço de uma extrema caridade, prestado por um Santo, como Chefe da Igreja, a toda a humanidade".
"Roma locuta, causa finita". Na canonização está empenhada a infalibilidade papal. Para os verdadeiros católicos, o assunto está encerrado.
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Para muitos espíritos timoratos, apontar a existência de erros entre os católicos é fazer obra de desunião. Condenando o Modernismo, Pio X desencadeou contra os fautores deste erro o zelo dos elementos mais vigilantes do mundo intelectual e dos homens de ação católicos.
S. Pio X - supérfluo é dize-lo - não patrocinou calúnias, nem exageros, nem injustiças. Mas exprimiu o reiterado e formal desejo de que os católicos lutassem energicamente contra o modernismo.
Fez ele com isto obra de divisão? Fomentou a desunião? Pelo contrário. É o que proclamou o Santo Padre Pio XII, ao afirmar que S. Pio X lutou como "um gigante pela defesa de um tesouro inestimável: a unidade interna da Igreja em seu fundamento íntimo, a Fé".
Aqui está apontada a chave da questão. A unidade da Igreja se baseia na unidade da Fé. Combater os erros entre católicos não é obra de divisão, mas de união, porque visa congregar a todos na mesma Fé.
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Um Papa tão resolutamente oposto aos erros de seu tempo não teria sido anacrônico? Não teria ele agido melhor condescendendo, calando, fechando os olhos? Pelo contrário, diz-nos Pio XII.
S. Pio X foi um Papa atualíssimo, pois previu a terrível crise de nossos dias, e o mundo a teria evitado, se tivesse ouvido seus ensinamentos. O capitão "atualizado" não é o que deixa o barco correr ao sabor das ondas, mas o que o dirige com mão firme para evitar os escolhos. Diz com efeito o Pontífice gloriosamente reinante: "Quando, com o Modernismo, se separa, opondo-as, a Fé e a ciência em sua fonte e seu objetivo, provoca-se entre esses dois campos vitais uma cisão quase tão funesta quanto a morte.
"Com o novo século, o homem dividido no íntimo de seu ser, e guardando entretanto a ilusão de conservar sua unidade numa aparência frágil de harmonia e de felicidade, fundamentada num progresso puramente humano, viu quebrar-se essa harmonia, sob o peso de uma realidade bem diferente. A atenção vigilante de Pio X viu aproximar-se essa catástrofe espiritual do mundo moderno, essa decepção especialmente amarga nos meios cultos. Compreendeu que essa fé aparente, isto é, uma fé que, em lugar de fundamentar-se
"O Santo opôs a semelhante mal o único meio de salvação possível e real: a verdade católica, bíblica, da fé aceita como uma homenagem racional ( Rom. 12, 1 ) prestada a Deus e à sua Revelação. Coordenando assim a fé e a ciência, a primeira como extensão sobrenatural e por vezes confirmação da segunda, e a segunda como caminho de acesso à primeira, devolveu ao cristão a unidade e a paz de espírito, condições imprescindíveis à vida.
"Se muitos hoje se voltam novamente para essa verdade, impelidos para ela, de certo modo, pela impressão de vazio e da angústia de seu abandono, e se têm assim a felicidade de poder encontrá-la firmemente possuída pela Igreja, devem agradecê-lo à ação clarividente de Pio X".
Num século de naturalismo, S. Pio X foi por todos os seus ensinamentos e por toda a sua vida um pregoeiro do sobrenatural. Di-lo mais do que tudo, a sua ardente piedade eucarística e tudo quanto fez pela intensificação dessa piedade entre os fiéis.
Assim oposto ao século, S. Pio X foi atual, e mais do que isto providencial. Exclama o Santo Padre Pio XII: "Graças à visão profunda que tinha da Igreja como sociedade, Pio X reconheceu na Eucaristia o poder de alimentar substancialmente sua vida íntima e de elevá-la bem alto acima de todas as outras associações humanas. Só a Eucaristia, na qual Deus Se dá ao homem, pode fundar uma vida de sociedade digna de seus membros, fundamentada no amor antes de o ser na autoridade, rica em obras e tendente ao aperfeiçoamento dos indivíduos: uma vida oculta em Deus com Cristo.
"Exemplo providencial para o mundo moderno, no qual a sociedade terrestre que se torna cada vez mais uma espécie de enigma para si mesma, procura ansiosamente uma solução para recompor para si uma alma! Que ele contemple, pois, como um modelo a Igreja reunida em torno de seus altares. Aí, no mistério eucarístico, o homem descobre e reconhece realmente seu passado, seu presente e seu futuro como uma unidade
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Aliás, retamente atual em tudo, S. Pio X soube atender às necessidades dos tempos no que têm de legitimo. Monumento disto é o Código de Direito Canônico, tão "antimoderno" em seu espírito e em suas disposições, tão útil, tão oportuno, tão atual em seus aspectos técnicos: S. Pio X "concebeu a árdua tarefa de renovar o corpo das leis eclesiásticas, visando dar ao organismo inteiro da Igreja um funcionamento mais regular, uma maior segurança e presteza de movimentos, como o necessitava o mundo exterior, impregnado de um dinamismo e de uma complexidade crescente. É bem verdade que essa empresa por ele definida como uma obra difícil, era digna de seu eminente senso prático e do vigor de seu caráter".
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Ouvir os ensinamentos de Pio XII que é Cristo e Pedro na terra, seguir os admiráveis exemplos do grande Santo que a Providencia lhe deu a dulcíssima consolação e a gloria refulgente de canonizar, é estar com Nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, diz o Santo Padre Pio XII, a propósito de S. Pio X: "qual é o caminho que nos leva a Jesus Cristo? - perguntou ele, pensando afetuosamente nas almas perdidos e hesitantes de seu tempo. A resposta, válida ontem como hoje e nos séculos vindouros, é: a Igreja! Essa foi, portanto, sua primeira preocupação perseguida incessantemente até sua morte: tornar a Igreja cada vez mais concretamente apta e aberta para encaminhar os homens a Jesus Cristo".
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Esta obediência à Igreja personificada no Papa - ubi Petrus ibi Ecclesia - é o que de todo o coração pedimos pela intercessão de S. Pio X e da Virgem Imaculada, neste ano que a piedade marial de Pio XII quis consagrar afetuosamente à Imaculada Conceição.
( 1 ) “Mais um florão de glória no pontificado de Pio XII”, CATOLICISMO, N.° 42, Junho de 1954.
