terça-feira, 26 de maio de 2009

AGRADECIMENTO DO ARCEBISPO DE OLINDA E RECIFE


ARQUIDIOCESE DE OLINDA E RECIFE


Tendo recebido de várias entidades nacionais e internacionais e sobretudo de centenas de irmãos e irmãs – tanto do Brasil como de vários outros países – mensagens de solidariedade e felicitações pelo meu posicionamento por ocasião do recente evento clamoroso ocorrido nesta Arquidiocese de Olinda e Recife (o delito canônico do aborto) – quando mencionei publicamente a legislação vigente da nossa Santa Igreja, a qual estabelece a aplicação automática da excomunhão -, desejo manifestar a todos minha profunda gratidão, invocando sobre todos e cada um a plenitude das bênçãos do Nosso Salvador Jesus Cristo, que “veio para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (cf João 10,10).

A aplicação de penalidades canônicas é um meio usado pela nossa Santa Igreja, desde os tempos apostólicos, para induzir os cristãos ao cumprimento da Lei de Deus e à salvação eterna. “Deus quer que todos sejam salvos” (cf 1 Tm 2,4) e para isto é necessário a conversão, ou seja, a mudança de comportamento, deixando de praticar o mal e conformando a própria vida aos ditames da Lei de Deus. Misericórdia não é conivência com o mal, com as violações da Lei de Deus.

O Cân. 1398 do Código de Direito Canônico, é uma lei vigente da nossa Santa Igreja, aprovada pelo Vigário de Cristo na terra, o servo de Deus João Paulo II (promulgador do novo Código em 1983) e tem como finalidade ajudar espiritualmente todos os membros da Igreja a evitarem a violação gravíssima do 5º mandamento do Decálogo pela supressão de vidas inocentes e indefesas. É um “remédio” espiritual usado pela Igreja para induzir o pecador à conversão, isto é, à mudança de comportamento. Silenciar sobre esta sanção automática ou – pior ainda – desejar a sua ab-rogação é causar um mal imenso ao Bem Comum da sociedade eclesiástica e à salvação eterna dos filhos de Deus.

Para induzir seus discípulos a praticarem o bem, conformando a própria vida às exigências da Lei de Deus, o próprio Salvador Jesus Cristo falou claramente sobre o perigo real de condenação eterna (cf Mt 11,23; 13,41-42; 25,31-46; Mc 9,43-48; Lc 16,19-31). Esta é a finalidade das penalidades estabelecidas pela Igreja.

Temos provas de que a ampla divulgação deste evento ocorrido em nossa Arquidiocese já está produzindo ótimos frutos na vida espiritual de muitas pessoas.

Reitero, portanto, minha profunda gratidão em primeiro lugar ao Autor da vida, o “Pai das luzes, do qual provém toda dádiva perfeita” (cf 1 Tg 1,17). Agradeço também a todos os irmãos e irmãs que me enviaram mensagens de solidariedade e testemunharam sua total fidelidade à Lei de Deus e às normas canônicas da nossa Santa Igreja.

Que Deus nos conceda a todos a graça de continuarmos a trabalhar unidos em defesa da vida.

Recife, 19 de maio de 2009

Dom José Cardoso Sobrinho
Arcebispo de Olinda e Recife

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Suma Teológica


A Suma Teológica de São Tomás de Aquino é tida como uma obra maestral, de fundamental importância para a formação dos sacerdotes.
Infelismente, foi esquecida em muitos seminários. Mas com o trono de Pedro ocupado por Bento XVI as coisas parecem mudar. Paulatinamente, mas estão a mudar.
Esta Obra está disponibilizada no Site do Submario, são nove volumes com uma média de 800 páginas cada. O nono volume é encontrado a parte no Submarino com 704 páginas, e por R$ 120,00 reais.
Para aqueles que não podem adiquirir, sugiro o site da Permanencia, que estão a empreender a tradução e distribuição digital desta magnífica Suma. O link com as obras em pdf AQUI.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Mais uma Igreja Vendida pelos Prostituídos por Dinheiro


Até onde esses modernistas estão querendo chegar com esse relativismo, tolerância e até admissão de nossos inimigos?


O islã é um conhecido inimigo de nossa Fé, mas os piores que estes são os católicos que são e colaboram com os inimigos da Verdade Católica.


Nos Estado Unidos, em Nova York, um complexo católico constituído de uma escola, um convento e um templo dedicado a N.Sra. Rainha da Paz, foram vendidos para muçulmanos que farão a profanação de nosso templo tornando-o numa mesquita.


É irresponsável justificar tal venda por falta de dinheiro para mantê-lo. É como o caso do seminário que estudei, foi destruído por 20 milhões de reais, o que equivale aproximadamente a quase 10 milhões de dólares, e ali construíram um supermercado.


Esta mesma diocese norte americana está para vender mais 30 propriedades. É incrível tamanha imbecilidade e incompetência administrativa. E por falar nisso, a incompetência continuará, e não haverá mais nada para ser vendido; o que farão esses pastores corrompidos pelo dinheiro?


Agora o escândalo no Brasil, na arquidiocese do Rio de Janeiro, com uma compra de um apartamento de luxo feita pelo antigo ecônomo no valor de 2 milhões de reais, enquanto nossos templos estão necessitando de reformas. Mas pra que reformar se podemos construir novos templos, mais baratos, sem a riqueza simbólica, sem as artes sacras, templos modernos? Que tal a pirâmide de Brasília?


Tenha santa paciência...


E assim é vendida, por nossos pastores, nossa igreja material, tal como uma prostituta se vende por dinheiro.


E a pergunta que não me deixa, por que há bispos que vendem templos para muçulmanos, permitem o candomblé, missas de motoqueiro, mas não é capaz de designar uma só paróquia num único domingo para a Santa Missa Tridentina?


Talvez seja a repulsa do demônio por tal missa, já que os atos mencionados anteriormente são típicos de demônios, que fazem as contraditórias argumentações dos bispos uma ditadura infernal.


Lucas Cabral


Fonte http://www.buffalonews.com/cityregion/story/643477.html

sábado, 16 de maio de 2009

APLAUSOS PARA LA ROMA MODERNISTA… TODO ESTÁ IGUAL O PEOR

El uso y el abuso de la menorah se extiende gracias a la influencia judaizante de la liturgia del Camino Neocatecumenal

















La menorah (menorá) es uno de los símbolos más viejos del Judaísmo, es un candelabro de siete brazos, o una lámpara de aceite que es considerado el símbolo oficial del Estado de Israel y que simboliza los arbustos en llamas que vio Moisés en el Monte Sinaí.

La imagen que hoy publica SECTOR CATÓLICO está tomada de una celebración en la que participó la cúpula del Camino Neocatecumenal y en la que se advirte, en la parte inferior de la
imagen, sobre el altar, la colocación de este extraño artilugio, considerado ajeno a la liturgia católica, que ya empieza a verse en distintas capillas y oratorios vinculados al Camino, también en algunas órdenes religiosas, cuya principal fuente de vocaciones son las comunidades “kikas”. ¿Pero a qué viene su uso? No se trata más bien de un abuso?

Fonte: http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/05/14/aplausos-para-la-roma-modernista-todo-esta-igual-o-peor/


Popule meus, quid feci tibi? Aut in quo contristavi te? Responde mihi.

Não merece nem comentários.

Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão por aqueles que não crêem, não adoram, não esperam e Vos não amam.




Olha a palhaçada

Traduzido do Polonês pelo Google
Semelhança notável


O italiano de Fórmula Fides et especular sobre a incrível semelhança da imagem de Cristo, realizado a granel signora Kiko, a partir de sua própria caneca. É neste contexto de referir que o seu malunki tal regulamentação deve ser obrigatório em todos os templos Neokatechumentau.



Portal também fornece wątpliość Kiko referido que, de alguma forma para a Igreja Ortodoxa, desde a sua própria imagem de Cristo não é uma política responsável, que é apresentado nos ícones.



Escrito Franzelin de 5.5.09

Problemas com o Servidor!!!

Amigos, meu site www.saopiox.hd1.com.br está com problemas para ser atualizado, o que implica em reformas atrasadas.

A página que dedico para a Cruzada do Rosário não pôde ser atualizada nas intenções mensais.

Isso é bom para me envergonhar e sair desses provedores gratuitos. Vou procurar migrar para outro.

Espero que compreendam.

Lucas Cabral

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Da Infeliz e Real Impossibilidade de Recepçãos dos Sacramentos das Igrejas Ortodoxas

Infelizmente, ao estudar mais profundamente a necessidade de se receber os sacramentos das mãos dos ortodoxos, baseando-me no levantamento das excomunhões por parte de Paulo VI e o Patriarca Atenágoras para a remissão de qualquer pena canônica que pudesse sobrevir aos católicos que se aproximassem, cheguei a conclusão de uma real impossibilidade de fazê-lo, não obstante todos os trabalhos de aproximação ocorridos atualmente (que também em parte são questionáveis).


O fato é que a nenhum católico é permitido se aproximar dos sacramentos dos Ortodoxos, por definição do Código de Direito Canônico que expressamente coloca como condição para a remissão da excomunhão o regresso ao seio da Igreja observadas as a necessidade de arrependimento, reconhecimento dos dogmas ora formados e aceitação, mais que óbvia do Primado Petrino.


"Cân. 1358 § 1. A remissão da censura não pode ser dada senão ao delinqüente que tenha deixado a própria contumácia, de acordo com o cân. 1347, § 2; mas não pode ser negada àquele que a tiver deixado."


Assim o Cânon 1364 é claro na pena Latae Sententiae que exclui da comunhão eclesial todos aqueles que permanecem em cisma. Mesmo diante da remissão efetuada por Paulo VI, Romano Pontífice, pois esta não permaneceu válida, ou melhor, eficaz pelo não retorno dos cismáticos.


O complexo processo de entendimento teológico doutrinário e conciliar estabelecido pela Igreja Romana e Ortodoxa, não justificaria ainda a remissão das excomunhões de ambas as partes, sabendo-se inúteis, pois minutos seguintes a sentença automática se reaplicaria.


Eu havia entendido que regularmente estava autorizada a recepção dos sacramentos dos Ortodoxos para nós católicos, sem que para isso incorrêssemos em pena eclesiástica e obtivéssemos os efeitos e frutos de tais sacramentos. Neste mesmo entendimento, ainda que com a excomunhão pesando sobre os Ortodoxos, Pedro com sua jurisdição, o poder que lhe é próprio de ligar, havia transmitido a licitude a tais sacramentos para a recepção específica dos católicos em comunhão com Roma, permanecendo o contrário para os ortodoxos que ministravam entre si os mesmos sacramentos, pois estes ainda permaneciam em cisma.


É notável, entretanto, que na concepção Ortodoxa os católicos romanos afastaram-se da comunhão Ortodoxa, sendo, portanto, invertido o ônus da licitude.


Em parte, a análise da culpa ou da excomunhão precisa ser refeita, não se desviando da Tradição e Magistério autêntico, mas investigando a consciência Ortodoxa, que não mais admite culpa (no sentido de estarem avisados de sua pena) tendo nascida no grêmio ortodoxo, sendo assim necessária, por parte do pontífice, uma nova declaração da pena de cisma para que não haja desculpas e sejam todos imputados de pecado pela desunião.


Um novo convite deveria ser lançado, respeitando a nossa autenticidade como a única Igreja de Cristo, para o retorno a comunhão, estabelecendo-se um prazo, o que, caso não ocorrido em tempo hábil [o retorno], seria novamente lançada a pena canônica de excomunhão! Tal procedimento seria o mais correto, para que Paulo VI não fosse visto em tamanha vergonha de remir a pena de uma excomunhão sem as exigências prévias. É visto, por esta atitude, como alguém que brinca com os poderes santos pontificais.


Em fim, enganei-me bastante por tentar encontrar uma saída, nas vias Ortodoxas, para os católicos que estão afastados dos sacramentos por causa do rito deformado e rezado por padres e bispos mais deformados ainda.

É um grande pesar ver tamanha riqueza litúrgica fora do rebanho de Cristo.


As Igrejas de rito oriental em comunhão com Roma não devem permitir que as inovações promovidas pela RCC e nem os desleixos dos novos padres modernistas que não zelam pela ortodoxia litúrgica e nem pelo ascetismo, influenciem sua administração, como é o caso da Igreja de São Maron no Brasil.

sábado, 9 de maio de 2009

O Estado de Necessidade - Até onde podemos ir?

Estive pensando sobre as necessidades presentes para os cristãos que não recebem os devidos cuidados de seus pastores católicos.

É de tal maneira gritante a necessidade que ora impera de vivermos na graça sacramental, que não mais podemos nos abster dos sacramentos por causa da igreja nova, dos riscos de profanação e até cumplicidade nos atos sacrílegos de sacerdotes e bispos romanos pós-conciliares. Coloco uma alternativa para pensarmos, que tal aproximarmo-nos da Igreja ortodoxa?

O que fazer quando a Igreja já não está presente em sua forma tradicionalmente católica, conforme legada pelos apóstolos, e assim, como bem a designou Monsenhor Lefebvre como sendo a OUTRA que não a Católica Apostólica, que se transformou numa sede onde tudo se administra, menos os sacramentos, onde tudo pode, menos a ortodoxia, onde tudo se admite?

E esta última chega dói, pois vem de um bispo Católico que é vice-presidente da CNBB, a prevaricadora (publicado no jornal do comércio de pernambuco em 01.05.09), que em entrevista, admitiu e incentivou o ingresso de homossexuais nos seminários se justificando da mais escandalosa torpeza com o santo celibato?

Foi na infeliz ocasião do encerramento da 47ª Assembléia Geral da CNBB que este bispo fez estas absurdas e contraditórias declarações. Será que desconhece as sagradas escrituras e a sagrada tradição em que mostra claramente a repugnância que Deus tem a ponto de nosso igreja considerar o homossexualismo como um dos 4 pecados que clamam ao Céu e pedem vingança a Deus?

São Pio X explica por que este pecado clama por vingança: "Diz-se que estes pecados pedem vingança a Deus porque o diz o Espírito Santo, e porque a sua malícia é tão grave e manifesta, que provoca o mesmo Deus a puni-los com os mais severos castigos."(Terceiro Catecismo Maior de São Pio X)

(Desviando um pouco o assunto, pois me irritei com tal declaração. Quero deixar uma mensagem aos homossexuais que se intitulam cristãos)

Este bispo, que nada sucede doutrinariamente aos apóstolos, disse que os homossexuais são filhos de Deus e que por isso devem impor as mãos e ordená-los desde que optem a viver no celibato. Vejam que grande ignorância. Filho adotivo de Deus são todos aqueles que foram regenerados pelas águas do santo batismo e que não se encontram em pecado mortal e servem a Deus obedecendo-Lhe em todos os seus mandamentos, amando-O sobre todas as coisas e que pertencem (via condicional) a única Igreja de Cristo Católica e Apostólica.

O Sacerdócio Santo e Imaculado de Cristo entregue nas mãos de satanás? Nunca!

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Homossexuais não ouseis aproximar-vos do sacerdócio santo e imaculado para nao cairdes na indignação de Nosso Senhor Jesus Cristo e de seus santos apóstolos. Se realmente tiverdes uma boa intenção guardai-a para vós somente, pois cabe ao sacerdote ser homem íntegro em virtudes, de forma a não ter vícios, principalmente a baixeza de atos contra naturais. Vivam em celibato e comportem-se como homens que sois! Não caiam, vós que se dizeis cristãos, nas amargas armadilhas de satanás que cumpre persuadí-los de que sua natureza é assim, que nascestes assim e que nunca mudarão. Sejam homens, porque Deus assim vos ordena! Vigiai sobre o comportamento mole de seus corpos enganados pelo vício, a fim de obterem a firmeza digna de um homem. Vigiai para que nada em vós seja afeminado. NADA!

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Voltando ao assunto...

Diante deste triste cenário eclesial, estive entristecido, não por aquela tristeza provinda do demônio da tristeza descrito pelos padres do deserto, mas sim pela ruína da cristandade, a ponto de me considerar em exílio.

O medonho fato de que padres tradicionais não são mais encontrados com facilidade, me trouxe a idéia de estender nossos pensamentos sobre os padres católicos ortodoxos que guardam a sagrada tradição intacta até os dias de hoje e que ainda lutam contra o progressismo e liberalismo e toda a influência nefasta que tenta os atingir por meio da RCC.

Segundo o padre ortodoxo da Igreja da Síria, João Paulo II assinou um acordo com o patriarca de Constantinopla autorizando os fiéis católicos romanos a participarem, em necessidade, de três sacramentos ortodoxos e os ortodoxos ficaram permitidos por seu patriarca de honra a também receberem estes sacramentos em nossas Igrejas. São eles: o sacramento da confissão, da eucaristia e da extrema unção.


Se temos nós tamanho objeto de amor para com Deus que é o santo sacrifício da missa, mesmo que em templos ortodoxos, porque então nos privar de tamanho favor dos céus? Pois vejam, a tradição ortodoxa preserva integralmente os sacramentos, da forma como lhes foram passados pelas mãos e ensinamentos dos apóstolos, suas mulheres nos templos usam véus em respeito ao Santo dos santos, os homens bem se trajam, os não batizados saem antes do santo sacrifício, porque o que é santo é para os santos e o mais simples: seus sacerdotes usam suas batinas com honra e dignidade.

Não considero aqui a possibilidade de migrar para a fé ortodoxa, não obstante haver nesta todas as características da verdadeira igreja de cristo, exceto o primado petrino, mas a considerar como mais uma saída para cumprirmos os preceitos divinos e recebermos suas graças através dos santos sacramentos.

Nunca em toda a história da Igreja precisamos apelar para os ortodoxos, pois recebíamos a sã doutrina dos nossos bispos. Mas, mesmo diante de divergências doutrinárias, não considero que devemos nos abster de tamanha graça.

Eu, felizmente, tenho na arquidiocese que estou atualmente um padre tradicional que ama com todas as forças a santa missa tradicional, que não abre mão de sua batina, dos paramentos sagrados, de sua homilia santa que exorta, ensina, condena, corrige. Fala da castidade, de vivermos nossa vida longe do pecado, não teme utilizar as correias, se necessário for, que cristo utilizou para expulsar os vendilhões do templo de Jerusalém (analogamente exemplificando).

Estive a procurar pessoalmente as dioceses e templos ortodoxos e os encontrei na cidade de Olinda. Mantive contato com um padre que me convidou para assistir o santo sacrifício rezado nos domingos e discutirmos, na presença de alguns seminaristas, a questão da apostasia dos tempos atuais e das investidas contra os templos ortodoxos dos pós-conciliares romanos (a outra). Infelizmente não pude ainda comparecer, mas pela seriedade do encontro e dos padres tenho grande desejo de ir.

Uma coisa nesta visita me chamou a atenção, o cuidado reservado para com o templo. O padre não permitiu que entrasse sem a presença dele no templo. Comparando com a nossa igreja, nem o padre encontramos e no templo presenciamos cada vez menos sacralidade. Se é que ainda conhecem este termo.

Espero colocar em pauta com alguns irmãos católicos essa necessidade e discutirmos a lícita forma de nos aproximarmos dos ortodoxos.

Sem mais para o momento.