Fonte: A.C. Santo Atanásio
quarta-feira, 10 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Conselhos práticos para “restaurar tudo em Cristo” DON CURZIO NITOGLIA
DON CURZIO NITOGLIA
[Tradução: Gederson Falcometa]
27 de junho de 2009
http://www.doncurzionitoglia.com/mezze_veritas.htm
[Tradução: Gederson Falcometa]
27 de junho de 2009
http://www.doncurzionitoglia.com/mezze_veritas.htm
Monsignor Henri Delassus dizia: «Hoje mais que nunca é preciso dizer a verdade, sem subterfúgios e sem hábeis estratégias. [...] A moral é que as verdades diminuídas não são a Verdade e apenas a Verdade leva consigo a vida; e apenas ela pode dar nos a ressurreição a partir do estado de coma que nos encontramos [...] Jesus confessou a Verdade e com isto venceu o mundo, mesmo que isto lhe tenha custado a morte de Cruz» [1]. E continuava:«Aquele que, hoje, proclama a verdade pela metade, faz mais danos do que quem a nega resolutamente; temos necessidade da Verdade integral. Ou a Fé ou o Eu. Ou o cristianismo nas almas e na sociedade; ou o orgulho, a inveja e todas as paixões desordenadas, que o egoísmo esconde em si, e que a revolução desencadeia [...] tudo aquilo que não é a plena, franca e inteira Verdade religiosa, não pode nada sobre o coração do homem, nem pode remeter a Sociedade civil sobre a estrada”. [2]
Conselhos práticos para “restaurar tudo em Cristo”
1º) Para reformar a Sociedade é preciso primeiro reformar a si mesmo
(Nemo dat quod non habet). “Toda mudança na Sociedade deve ter o seu primeiro princípio nos corações” [3].
2º) Retornar a uma linguagem sincera, evitando palavras equívocas
A palavra exprime a idéia e a idéia a coisa. Então, se queremos falar de coisas reais, e não de quimeras abstratas, devemos usar palavras que exprimam a essência das coisas. Devemos adequar a nossa linguagem e a nossa mente a realidade, dar as palavras o seu verdadeiro significado, apenas assim chegaremos a verdade (Veritas est adaequatio rei et intellectus), sem recair no erro nominalista.
Então, será necessário recusar a ‘fraseologia corrompedora e confusionária’ da filosofia moderna e idealista, que confunde as idéias e corrompe a verdade. Os subversivos “fazem adotar palavras corrompedoras; por meio disso insinua-se idéias falsas e corruptas, e as idéias preparam a via aos fatos sediciosos e revolucionários” [4].
3°) Retornar a plena verdade filosófica-teológica
O erro atual é a negação do pecado original. O Homem é “Imaculado”, então não tem necessidade de redenção, de Cristo, da Igreja, de Sacerdócio, de Graça; basta lhe apenas a natureza que é semi-deificada. Ao invés, é preciso difundir “o catecismo nas massas, a filosofia perene e a teologia escolástica nas classes instruídas: apenas neste passo se pode obter a saúde [...] Ou a Fé ou o Eu. Ou o império do cristianismo [...]; ou o orgulho, a inveja e todas as paixões que o egoísmo encerra e a Revolução desencadeira” [5].
4º) Encorajar o homem ao esforço
A inércia debilita, o esforço vivifica! A preguiça é um vício funesto porque pára o desenvolvimento do indíviduo, da família e da Sociedade Humana. “O homem que não tem mais que trabalhar e combater se corrompe, e assim a nação” [6]. Em suma:”o ócio é o pai de todos os vicíos” e “Baco, Tabaco e Vênus, as cinzas reduzem o homem”, diz o provérbio.
5º) Quem pode, depois de Deus, ou melhor, por meio de Deus, reproduzir tudo isto?
“Aquele que foi chamado uma primeira vez a restabelecer sobre a verdade a ordem social [...]: o homem da teologia, o padre [...] Mas para estar a altura desta obra, é preciso que o padre recupere a confiança em si mesmo, ou melhor na virtude sobrenatural que a S. Ordenação nele depositou” [7].
Saudáveis considerações “pastorais”
“A instauração do reino de Cristo na sociedade, é uma meta de que se devem ocupar todos os fiéis [...]. Antes de todas as outras coisas, é necessário que Cristo reine nas nossas almas [...] depois na nossa família [...]. Assinalamos a influência nefasta que desenvolve no ambiente familiar a televisão, as revistas, os livros leves ou mesmo imorais. As boas famílias podem unir-se em grupos sociais mais amplos: ”Ai do solitário” diz as S. Escrituras. Assim de tantas famílias cristãs pode nascer uma Sociedade cristã, como já sucedeu nos séculos passados. [...] Os cristãos devem agir na vida pública, com a finalidade de impedir a aprovação de leis contrárias à fé e a moral cristã [...] Na realidade, muitos de nós, educados pelo desencorajamento e relaxamento, pensam que a Providência de Deus se tenha se revelado insuficiente para conter a malícia em que hoje o mundo se encontra submerso. Mesmo que não tenhamos a coragem, ou melhor, a estultícia de dizê-lo abertamente, de fato, pensamos que a apostasia da Sociedade, seja tão profunda que agora não é mais possível falar do Reino social de Cristo! [...], O naturalismo nos conduziu a confiar apenas nas forças humanas a esquecer a onipotência da graça [...].
Para concluir: Nos podem faltar todos os meios para difundior o Reino de Cristo: ciência, saúde, carisma pessoal, capacidade de ser alimentadores das multidões ou como se diz hoje de ser ‘leaders’, tudo em suma; mas o grande meio da oração não nos falta nunca” [8].
Un provérbio flamenco diz: “são mais fortes duas mãos juntas em oração, que dois punhos prontos a golpear”! Ainda que um não exclua o outro, mas devem ser hierarquicamente subordinados.
Nossa Senhora pode nos fazer vencer a peste da idade moderna
O Cardeal Otavianni, escrevia, não faz muito tempo: “Maria nos nossos tempos: a Sociedade moderna é atormentada por uma febre de renovamento que faz medo e é infestada por homens que se prevalecem de tanto sofrimento nosso para construir o império de seus arbítrios, a tirania dos seus vícios, o ninho da luxúria e de rapinagens. Mas o mal assumiu características mais vastas e apocaliptícas, jamais conhecemos tantos outros perigos. De uma hora para outra nós podemos perder não apenas a vida, mas toda civilização e toda esperança [...]. Parece que também a nós diga o Senhor ‘não é ainda chegada a minha hora’, mas a Imaculada, a mãe de Deus, a Virgem que é a imagem e a tutela da Igreja, Essa nos deu já a Cana, a prova de saber e poder obter a antecipação da hora de Deus. E nós temos necessidade de que esta hora venha rápido, venha antecipada, venha feita imediata, porque quase podemos dizer: ‘Ó Mãe, nós não podemos mais!’ [...]. Pelos nossos pecados nós merecemos os últimos excídios, as mais implacáveis execuções. Nós cassamos o seu Filho das escolas e das oficinas, dos campos e das cidades, das ruas e das casas. O cassamos das próprias igrejas [...] preferimos Barrabás. É verdadeiramente a hora de Barrabás [...] Com tudo isto, confiantes em Maria, sentimos que é a hora de Jesus, a hora da redenção [...] Diga Maria, como em Cana: ‘Eles não tem mais vinho’; e o diga com a própria potência de intercessão e se Ele hesita, se si nega, a vencer suas hesitações como vence, por materna piedade, as nossas indignidades. Seja Mãe piedosa para conosco, Mãe imperiosa para Ele. Acelere a sua hora, que é a nossa hora. Não podemos mais, ó Maria. A humana geração perece, se tu não te move. Fala por nós, ou silência, fala por nós, ó Maria!” [9]
Conclusões
Sobretudo agora, com a recrudescência do neo-modernismo, não devemos nos iludir de poder “restaurar tudo em Cristo” (S. Pio X) sem falar claro e forte, sem medo do rancor dos inimigos e sob aparência de falsa prudência, silenciar sobre questões candentes, que poderia parecer não diretamente conexa ao dogma, mas que ao contrário são de vital importância para a sua afirmação ou negação.
Uma dessas questões diz respeito ao diálogo inter-religioso especialmente com o judaísmo, que fez a brecha na Igreja graças ao tema da ‘shoah’, apresentada por Jules Isaac a João XXIII e ao Cardeal Agostino Bea, e que foi usado como “pé de cabra” para minar e entrar na sessão conciliar onde levou confusão, fumaça e obscuridade ao ambiente eclesial. Apenas indo a origem do mal ele poderá ser debelado, dizendo toda a verdade sem diluição.
Conselhos práticos para “restaurar tudo em Cristo”
1º) Para reformar a Sociedade é preciso primeiro reformar a si mesmo
(Nemo dat quod non habet). “Toda mudança na Sociedade deve ter o seu primeiro princípio nos corações” [3].
2º) Retornar a uma linguagem sincera, evitando palavras equívocas
A palavra exprime a idéia e a idéia a coisa. Então, se queremos falar de coisas reais, e não de quimeras abstratas, devemos usar palavras que exprimam a essência das coisas. Devemos adequar a nossa linguagem e a nossa mente a realidade, dar as palavras o seu verdadeiro significado, apenas assim chegaremos a verdade (Veritas est adaequatio rei et intellectus), sem recair no erro nominalista.
Então, será necessário recusar a ‘fraseologia corrompedora e confusionária’ da filosofia moderna e idealista, que confunde as idéias e corrompe a verdade. Os subversivos “fazem adotar palavras corrompedoras; por meio disso insinua-se idéias falsas e corruptas, e as idéias preparam a via aos fatos sediciosos e revolucionários” [4].
3°) Retornar a plena verdade filosófica-teológica
O erro atual é a negação do pecado original. O Homem é “Imaculado”, então não tem necessidade de redenção, de Cristo, da Igreja, de Sacerdócio, de Graça; basta lhe apenas a natureza que é semi-deificada. Ao invés, é preciso difundir “o catecismo nas massas, a filosofia perene e a teologia escolástica nas classes instruídas: apenas neste passo se pode obter a saúde [...] Ou a Fé ou o Eu. Ou o império do cristianismo [...]; ou o orgulho, a inveja e todas as paixões que o egoísmo encerra e a Revolução desencadeira” [5].
4º) Encorajar o homem ao esforço
A inércia debilita, o esforço vivifica! A preguiça é um vício funesto porque pára o desenvolvimento do indíviduo, da família e da Sociedade Humana. “O homem que não tem mais que trabalhar e combater se corrompe, e assim a nação” [6]. Em suma:”o ócio é o pai de todos os vicíos” e “Baco, Tabaco e Vênus, as cinzas reduzem o homem”, diz o provérbio.
5º) Quem pode, depois de Deus, ou melhor, por meio de Deus, reproduzir tudo isto?
“Aquele que foi chamado uma primeira vez a restabelecer sobre a verdade a ordem social [...]: o homem da teologia, o padre [...] Mas para estar a altura desta obra, é preciso que o padre recupere a confiança em si mesmo, ou melhor na virtude sobrenatural que a S. Ordenação nele depositou” [7].
Saudáveis considerações “pastorais”
“A instauração do reino de Cristo na sociedade, é uma meta de que se devem ocupar todos os fiéis [...]. Antes de todas as outras coisas, é necessário que Cristo reine nas nossas almas [...] depois na nossa família [...]. Assinalamos a influência nefasta que desenvolve no ambiente familiar a televisão, as revistas, os livros leves ou mesmo imorais. As boas famílias podem unir-se em grupos sociais mais amplos: ”Ai do solitário” diz as S. Escrituras. Assim de tantas famílias cristãs pode nascer uma Sociedade cristã, como já sucedeu nos séculos passados. [...] Os cristãos devem agir na vida pública, com a finalidade de impedir a aprovação de leis contrárias à fé e a moral cristã [...] Na realidade, muitos de nós, educados pelo desencorajamento e relaxamento, pensam que a Providência de Deus se tenha se revelado insuficiente para conter a malícia em que hoje o mundo se encontra submerso. Mesmo que não tenhamos a coragem, ou melhor, a estultícia de dizê-lo abertamente, de fato, pensamos que a apostasia da Sociedade, seja tão profunda que agora não é mais possível falar do Reino social de Cristo! [...], O naturalismo nos conduziu a confiar apenas nas forças humanas a esquecer a onipotência da graça [...].
Para concluir: Nos podem faltar todos os meios para difundior o Reino de Cristo: ciência, saúde, carisma pessoal, capacidade de ser alimentadores das multidões ou como se diz hoje de ser ‘leaders’, tudo em suma; mas o grande meio da oração não nos falta nunca” [8].
Un provérbio flamenco diz: “são mais fortes duas mãos juntas em oração, que dois punhos prontos a golpear”! Ainda que um não exclua o outro, mas devem ser hierarquicamente subordinados.
Nossa Senhora pode nos fazer vencer a peste da idade moderna
O Cardeal Otavianni, escrevia, não faz muito tempo: “Maria nos nossos tempos: a Sociedade moderna é atormentada por uma febre de renovamento que faz medo e é infestada por homens que se prevalecem de tanto sofrimento nosso para construir o império de seus arbítrios, a tirania dos seus vícios, o ninho da luxúria e de rapinagens. Mas o mal assumiu características mais vastas e apocaliptícas, jamais conhecemos tantos outros perigos. De uma hora para outra nós podemos perder não apenas a vida, mas toda civilização e toda esperança [...]. Parece que também a nós diga o Senhor ‘não é ainda chegada a minha hora’, mas a Imaculada, a mãe de Deus, a Virgem que é a imagem e a tutela da Igreja, Essa nos deu já a Cana, a prova de saber e poder obter a antecipação da hora de Deus. E nós temos necessidade de que esta hora venha rápido, venha antecipada, venha feita imediata, porque quase podemos dizer: ‘Ó Mãe, nós não podemos mais!’ [...]. Pelos nossos pecados nós merecemos os últimos excídios, as mais implacáveis execuções. Nós cassamos o seu Filho das escolas e das oficinas, dos campos e das cidades, das ruas e das casas. O cassamos das próprias igrejas [...] preferimos Barrabás. É verdadeiramente a hora de Barrabás [...] Com tudo isto, confiantes em Maria, sentimos que é a hora de Jesus, a hora da redenção [...] Diga Maria, como em Cana: ‘Eles não tem mais vinho’; e o diga com a própria potência de intercessão e se Ele hesita, se si nega, a vencer suas hesitações como vence, por materna piedade, as nossas indignidades. Seja Mãe piedosa para conosco, Mãe imperiosa para Ele. Acelere a sua hora, que é a nossa hora. Não podemos mais, ó Maria. A humana geração perece, se tu não te move. Fala por nós, ou silência, fala por nós, ó Maria!” [9]
Conclusões
Sobretudo agora, com a recrudescência do neo-modernismo, não devemos nos iludir de poder “restaurar tudo em Cristo” (S. Pio X) sem falar claro e forte, sem medo do rancor dos inimigos e sob aparência de falsa prudência, silenciar sobre questões candentes, que poderia parecer não diretamente conexa ao dogma, mas que ao contrário são de vital importância para a sua afirmação ou negação.
Uma dessas questões diz respeito ao diálogo inter-religioso especialmente com o judaísmo, que fez a brecha na Igreja graças ao tema da ‘shoah’, apresentada por Jules Isaac a João XXIII e ao Cardeal Agostino Bea, e que foi usado como “pé de cabra” para minar e entrar na sessão conciliar onde levou confusão, fumaça e obscuridade ao ambiente eclesial. Apenas indo a origem do mal ele poderá ser debelado, dizendo toda a verdade sem diluição.
Notas:
[1] H. Delassus, Vérités sociales et erreurs démocratiques, Desclée, de Brouwer, Lille, 1909, rist. 1986 éd. Sainte Jeanne d’Arc, Villegenon, pp. 384-391.
[2] Ibidem, pp. 399-400.
[3] H. Delassus, Il problema dell’ora presente. Antagonismo tra due civiltà, II vol.,La rinnovazione e le sue condizioni, Roma, Desclée, 1907, pag. 156.
[4] Ibidem, pp. 201.
[5] Ibidem, pp. 304 e 324.
[6] Ibidem, pag. 470.
[7] Ibidem, pag. 629 e 624.
[8] A. De Castro Mayer, Carta Pastoral sobre a Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo, 8 dic. 1976, ed. Vera Cruz, San Paolo, 1977.
Cfr. anche:
A. De Castro Mayer, Problemi dell’apostolato moderno, Napoli, Dall’Albero, 1964, cap. VI, Sul razionalismo, sull’evoluzionismo, sul laicismo. Cap. VII, Sulle relazioni tra Stato e Chiesa. Cap. VIII, Su questioni politiche, economiche e sociali, pagg. 83-111.
[9] A. Ottaviani, Il baluardo, Ares, Roma, 1961, pagg. 279-283.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
O Amor não é amado!
O camponês perguntou: Que aconteceu,
irmão, por que estás chorando?
O Irmão respondeu:
Meu irmão,
o meu Senhor está na Cruz
e me perguntas por que choras?
Quisera ser neste momento
o maior oceano da terra,
para ter tudo isso de lágrimas.
Quisera que se abrissem
ao mesmo tempo todas
as comportas do mundo
e se soltassem
as cataratas
e os dilúvios
para me emprestarem
mais lágrimas.
Mas ainda que juntemos
todos os rios e mares,
não haverá lágrimas
suficientes para chorar
a dor e o amor
de meu Senhor crucificado.
Quisera ter as asas invencíveis
de uma águia para atravessar
as cordilheiras e gritar
sobre as cidades:
O Amor não é amado!
O Amor não é amado!
Como é que os homens podem amar
uns aos outros se não amam o Amor?
irmão, por que estás chorando?
O Irmão respondeu:
Meu irmão,
o meu Senhor está na Cruz
e me perguntas por que choras?
Quisera ser neste momento
o maior oceano da terra,
para ter tudo isso de lágrimas.
Quisera que se abrissem
ao mesmo tempo todas
as comportas do mundo
e se soltassem
as cataratas
e os dilúvios
para me emprestarem
mais lágrimas.
Mas ainda que juntemos
todos os rios e mares,
não haverá lágrimas
suficientes para chorar
a dor e o amor
de meu Senhor crucificado.
Quisera ter as asas invencíveis
de uma águia para atravessar
as cordilheiras e gritar
sobre as cidades:
O Amor não é amado!
O Amor não é amado!
Como é que os homens podem amar
uns aos outros se não amam o Amor?
São Francisco de Assis
A Sagrada Hierarquia
A pomba representa o Espírito Santo, terceira Pessoa da Santíssima Trindade.
Ao centro, o Santo Padre (então Pio XII) como cabeça visível da Igreja, portando o Triregnum (Tiara Papal, que indica Seu tríplice poder: Pai dos príncipes e reis, Reitor do Mundo e Vigário de Cristo), e o Pálio ao redor do pescoço (símbolo do Bom Pastor, representando a plenitude de Seu poder e do munus pontifício, podendo ser utilizado em qualquer parte do mundo, em função da sua jurisdição universal).
O Santo Padre é cercado por dois Cardeais, Príncipes da Igreja, com suas vestes vermelhas. No rito de imposição do galero cardinalício, lemos que a cor vermelha indica que o Cardeal deve mostrar-se intrépido na exaltação da Fé Católica, da paz e da prosperidade do povo cristão e na conservação e no crescimento da Santa Igreja até a efusão de seu sangue (o martírio).
Ao lado esquerdo do Santo Padre, um Bispo com a Mitra e o Báculo. Ao lado direito, um Arcebispo com o Pálio ao redor do pescoço (símbolo da comunhão com o Papa) e a Cruz Patriarcal ou Arcebispal, com duas barras transversais, sendo a primeira – mais curta – a representação do "titulus crucis" que Pôncio Pilatos mandou pregar na Cruz de Cristo, e a segunda a própria barra horizontal da Cruz. A título de curiosidade, se houvesse três barras, teríamos a Hierofante (Cruz Papal que simboliza o tríplice poder do Papa como Bispo de Roma, Patriarca do Ocidente e Sucessor de São Pedro).
Ainda ao lado esquerdo do Papa, um Padre com sua Estola e, no outro extremo, um Monsenhor (não Bispo) também portando sua Estola.
Ao centro, o Santo Padre (então Pio XII) como cabeça visível da Igreja, portando o Triregnum (Tiara Papal, que indica Seu tríplice poder: Pai dos príncipes e reis, Reitor do Mundo e Vigário de Cristo), e o Pálio ao redor do pescoço (símbolo do Bom Pastor, representando a plenitude de Seu poder e do munus pontifício, podendo ser utilizado em qualquer parte do mundo, em função da sua jurisdição universal).
O Santo Padre é cercado por dois Cardeais, Príncipes da Igreja, com suas vestes vermelhas. No rito de imposição do galero cardinalício, lemos que a cor vermelha indica que o Cardeal deve mostrar-se intrépido na exaltação da Fé Católica, da paz e da prosperidade do povo cristão e na conservação e no crescimento da Santa Igreja até a efusão de seu sangue (o martírio).
Ao lado esquerdo do Santo Padre, um Bispo com a Mitra e o Báculo. Ao lado direito, um Arcebispo com o Pálio ao redor do pescoço (símbolo da comunhão com o Papa) e a Cruz Patriarcal ou Arcebispal, com duas barras transversais, sendo a primeira – mais curta – a representação do "titulus crucis" que Pôncio Pilatos mandou pregar na Cruz de Cristo, e a segunda a própria barra horizontal da Cruz. A título de curiosidade, se houvesse três barras, teríamos a Hierofante (Cruz Papal que simboliza o tríplice poder do Papa como Bispo de Roma, Patriarca do Ocidente e Sucessor de São Pedro).
Ainda ao lado esquerdo do Papa, um Padre com sua Estola e, no outro extremo, um Monsenhor (não Bispo) também portando sua Estola.
Fonte: Thiago Maria.
DECLARACIÓN DEL AÑO 1974
DECLARACIÓN DEL AÑO 1974
LEÍDA POR MONSEÑOR MARCEL LEFEBVRE
EN EL SEMINARIO INTERNACIONAL SAN PÍO X DE ECÔNE,
EL 21 DE NOVIEMBRE DE 1974
LEÍDA POR MONSEÑOR MARCEL LEFEBVRE
EN EL SEMINARIO INTERNACIONAL SAN PÍO X DE ECÔNE,
EL 21 DE NOVIEMBRE DE 1974
Nos adherimos de todo corazón, con toda nuestra alma, a la Roma católica guardiana de la fe católica y de las tradiciones necesarias al mantenimiento de esa fe, a la Roma eterna, maestra de sabiduría y de verdad.
Por el contrario, nos negamos y nos hemos negado siempre a seguir la Roma de tendencia neomodernista y neoprotestante que se manifestó claramente en el Concilio Vaticano II y después del Concilio en todas las reformas que de éste salieron.
Todas esas reformas, en efecto, contribuyeron y contribuyen todavía a la demolición de la Iglesia, a la ruina del Sacerdocio, al aniquilamiento del Sacrificio y de los Sacramentos, a la desaparición de la vida religiosa, a una enseñanza naturalista y teilhardiana en las universidades, los seminarios, la catequesis, enseñanza nacida del liberalismo y del protestantismo, condenada repetidas veces por el magisterio solemne de la Iglesia.
Ninguna autoridad, ni siquiera la más elevada en la Jerarquía, puede constreñirnos a abandonar o a disminuir nuestra fe católica claramente expresada y profesada por el magisterio de la Iglesia desde hace diecinueve siglos.
“Si llegara a suceder, dice san Pablo, que nosotros mismos o un ángel venido del cielo os enseñara otra cosa distinta de lo que yo os he enseñado, que sea anatema” (Gál. 1, 8).
¿No es esto acaso lo que nos repite el Santo Padre hoy? Y si una cierta contradicción se manifestara en sus palabras y en sus actos así como en los actos de los dicasterios, entonces elegimos lo que siempre ha sido enseñado y hacemos oídos sordos a las novedades destructoras de la Iglesia.
No es posible modificar profundamente la “lex orando” sin modificar la “lex credendi”. A la misa nueva corresponde catecismo nuevo, sacerdocio nuevo, seminarios nuevos, universidades nuevas, Iglesia carismática, pentecostal, todas cosas opuestas a la ortodoxia y al magisterio de siempre. Habiendo esta Reforma nacido del liberalismo, del modernismo, está totalmente envenenada; sale de la herejía y desemboca en la herejía, incluso si todos sus actos no son formalmente heréticos. Es pues imposible a todo católico consciente y fiel adoptar esta Reforma y someterse a ella de cualquier manera que sea. La única actitud de fidelidad a la Iglesia y a la doctrina católica, para nuestra salvación, es el rechazo categórico a aceptar la Reforma.
Es por ello que sin ninguna rebelión, ninguna amargura, ningún resentimiento, proseguimos nuestra obra de formación sacerdotal bajo la estrella del magisterio de siempre, persuadidos de que no podemos prestar un servicio más grande a la Santa Iglesia Católica, al Soberano Pontífice y a las generaciones futuras.
Es por ello que nos atenemos firmemente a todo lo que ha sido creído y practicado respecto a la fe, las costumbres, el culto, la enseñanza del catecismo, la formación del sacerdote, la institución de la Iglesia, por la Iglesia de siempre y codificado en los libros aparecidos antes de la influencia modernista del Concilio, esperando que la verdadera luz de la Tradición disipe las tinieblas que oscurecen el cielo de la Roma eterna.
Y haciendo esto, con la gracia de Dios, el auxilio de la Virgen María, de San José, de San Pío X, estamos convencidos de mantenernos fieles a la Iglesia Católica y Romana, a todos los sucesores de Pedro, y de ser los “fideles dispensatores mysteriorum Domini Nostri Jesu Christi in Spiritu Sancto”. Amén.
Ecône, 21 de noviembre de 1974.
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